As pesquisas desenvolvidas procuraram perceber a dinâmica sociocultural existente entre os segmentos indígenas, africanos e portugueses na região de Jundiaí ao longo do século XVIII. O objetivo foi comprovar a utilização das etnias indígena como mão-de-obra escrava por muito mais tempo e com maior intensidade do que relata a história para essa época. Para tanto, utilizou-se de fontes cartoriais inéditas e dados arqueológicos. A ênfase, no entanto, foi dada ao estudo do material cerâmico conhecido genericamente como “neo-brasileiro”, considerando importante fonte de informação sobre as transformações culturais ocorridas entre as diversas etnias que formaram a sociedade paulista colonial.
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